| 1 x de R$59,34 sem juros | Total R$59,34 | |
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| 3 x de R$23,19 | Total R$69,58 | |
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| 5 x de R$14,22 | Total R$71,09 | |
| 6 x de R$11,90 | Total R$71,41 | |
| 7 x de R$10,24 | Total R$71,71 | |
| 8 x de R$8,99 | Total R$71,93 | |
| 9 x de R$8,02 | Total R$72,15 | |
| 10 x de R$7,25 | Total R$72,54 | |
| 11 x de R$6,63 | Total R$72,92 | |
| 12 x de R$6,10 | Total R$73,25 |
Como a academia e o ativismo tornam raça, gênero e identidade o centro de tudo e por que isso prejudica todos. Você já ouviu falar que a ciência é sexista? Ou que certas pessoas não devem praticar ioga ou cozinhar comida chinesa? Ou ouviram que serobeso é saudável, que não existe tal coisa como sexo biológico, ou que apenas brancos podem ser racistas? VOCÊ ESTÁ CONFUSO COM ESSAS IDEIAS E SE PERGUNTA COMO ELAS CONSEGUIRAM DESAFIAR A PRÓPRIA LÓGICA? Neste livro, Helen Pluckrose e James Lindsay documentam a evolução dessas ideias, de suas origens grosseiras no pós-modernismo francês para seu refinamento dentro de campos acadêmicos militantes. Os autores alertam que a proliferação desenfreada dessas crenças anti-iluministas representa uma ameaça não apenas para a democracia liberal, mas também para a própria modernidade. Embora reconheçam a necessidade de desafiar o conceito de que não vivemos numa sociedade totalmente justa, Pluckrose e Lindsay analisam como tantos estudos ativistas, frequentemente radicais, prejudicam justamente os grupos que afirmam defender.
