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| 5 x de R$14,35 | Total R$71,76 | |
| 6 x de R$12,01 | Total R$72,08 | |
| 7 x de R$10,34 | Total R$72,39 | |
| 8 x de R$9,08 | Total R$72,61 | |
| 9 x de R$8,09 | Total R$72,83 | |
| 10 x de R$7,32 | Total R$73,22 | |
| 11 x de R$6,69 | Total R$73,61 | |
| 12 x de R$6,16 | Total R$73,94 |
Amigo da França, de Lamartine, de Victor Hugo, de Júlio Verne e de Pasteur, dom Pedro II era um homem das letras e das ciências e lamentava que sua origem o impedisse de ser educador ou professor de faculdade.
Católico, porém filho de um grão-mestre da maçonaria brasileira, trabalhou pela coexistência fraterna entre católicos e maçons, atraindo contra si a ira da Santa Sé.
Também esforçou-se para a união política dentro de seu governo, pois apreciava pouco as divisões partidárias.
A abolição da escravidão, doença, imensa lassidão, oposição dos católicos ultramontanos, rejeição pelas classes dirigentes à sua herdeira Isabel, oposição do Exército a um monarca excessivamente pacífico foram algumas das justificativas para sua destituição e exílio, porém nunca perdeu o prestígio e o respeito de seu país.
Quando morreu em Paris, em 1891, a Terceira República Francesa dedicou-lhe um funeral solene e seu corpo foi mais tarde repatriado ao Brasil, nação para a qual se esforçou “por dar constantes testemunhos de entranhado amor e dedicação durante quase meio século em que desempenhou o cargo de chefe de Estado”, porém para a qual desejava “ardentes votos por sua grandeza e prosperidade”.
