| 1 x de R$28,66 sem juros | Total R$28,66 | |
| 2 x de R$16,72 | Total R$33,43 | |
| 3 x de R$11,20 | Total R$33,61 | |
| 4 x de R$8,52 | Total R$34,07 | |
| 5 x de R$6,87 | Total R$34,33 | |
| 6 x de R$5,75 | Total R$34,49 | |
| 7 x de R$4,95 | Total R$34,64 | |
| 8 x de R$4,34 | Total R$34,74 | |
| 9 x de R$3,87 | Total R$34,85 | |
| 10 x de R$3,50 | Total R$35,03 | |
| 11 x de R$3,20 | Total R$35,22 | |
| 12 x de R$2,95 | Total R$35,38 |
E tinha muito mais: atônitos, descobrimos que nos arquivos federais em Berlim está guardado um documento antes secreto, com o título “Guayana-Projekt”, no qual o especialista em Amazônia e Untersturmführer da SS, Schulz-Kampfhenkel, recomenda explicitamente a invasão e a conquista da Guiana Francesa. Para ele, não era aceitável que a Inglaterra tivesse a Guiana, com sua capital Georgetown; que a Holanda fosse dona do Suriname; nem que os franceses possuíssem a Guiana Francesa, com sua capital Caiena, enquanto a Alemanha não tinha nenhuma base naquela região tão estratégica e rica em minerais. “A tomada das Guianas é uma questão de primeira importância por razões político-estratégicas e coloniais”, afirma ele. Em carta ao Reichsführer da SS, Heinrich Himmler, de 26 de abril 1940, Kampfhenkel dá ainda a receita para a fácil conquista daqueles territórios: a aliança com os indígenas e o aproveitamento das boas relações com o Brasil, cujo presidente, Getúlio Vargas, segundo ele, seria admirador de Hitler e de Mussolini.
